quinta, 29 de junho de 2017

III ÁREAS DE TRABALHO

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Sob a orientação do Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global e da Carta da Terra, o III Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa contará com diferentes áreas de trabalho em diferentes dimensões e abordagens, constituindo modalidades de intercâmbio e de debate entre os participantes.

O III Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa, organiza-se em torno de 10 áreas de trabalho:

1. Comunicações Orais

2. Apresentações em Poster
3. Minicursos
4. Mesas Redondas
5. Oficinas
6. Visitas de Estudo
7. Eventos Paralelos
8. Fórum Projetos
9. Apresentação de livros ou revistas e exposições
10. Animação Cultural

As normas para apresentação de propostas encontram-se na secção:

COMO PARTICIPAR » ORIENTAÇÕES PRÁTICAS

 
 
1. Comunicações Orais
 
Consiste numa apresentação oral de 12 minutos, onde são destacados os principais temas de investigação ou de projetos. As comunicações serão agrupadas por eixos temáticos em sessões de 60 ou 90 minutos, com um período interativo entre os participantes após as apresentações.
A apresentação oral deve ser clara, sucinta e objetiva, com os resultados completos ou parciais de uma investigação, projeto ou trabalho pedagógico em curso. O conteúdo de cada comunicação oral deverá estar incluído num dos eixos temáticos do congresso. 

NOTA: Um computador (PC) e um projector serão disponibilizados.

2. Apresentações em Poster

A apresentação em poster realça os temas principais de investigações ou de projetos educativos ou trabalhos pedagógicos em curso. Os pósteres serão agrupados por temas e subtemas, de acordo com os eixos temáticos e serão expostos numa das salas durante o congresso. Duas sessões específicas de 90 e 60 minutos permitirão aos respetivos autores apresentar os seus trabalhos e interagir com outros participantes no congresso.

NOTA: O/As autores/as dos pósteres deverão permanecer junto dos mesmos nos períodos que lhe são destinados no programa. Caso não compareçam junto dos pósteres a organização fica no direito de não atribuir certificado.

3. Minicurso

Um minicurso é um curso compacto, que pode ser ministrado através de diversas metodologias. O seu objetivo é dar ao formando a estrutura básica ou a introdução para técnicas e/ou conhecimentos que este pode dar continuidade posteriormente. 

Nota: sugerimos propostas de minicursos com dinâmicas que possam favorecer a continuidade em trabalhos futuros no espaço lusófono.

4. Mesa Redonda

A mesa redonda consiste numa roda de conversa envolta de uma mesa com cadeiras entre 8-12 pessoas além do promotor / debatedor, que resulta de uma proposta submetida por um dos participantes inscritos no congresso e aprovada pela comissão científica. Então, é um diálogo / debate entre pares que já estão no evento e que se interessam pelos assuntos em comum a serem discutidos na mesa. A mesa redonda apresenta-se como uma nova forma de apresentar trabalhos em congressos, que se junta aos já tradicionais posteres e comunicações orais.

Após aprovadas as mesas redondas na 1ª fase e na 2ª fase serão divulgadas no site do congresso. A pessoa que submeteu a proposta de mesa redonda aprovada é responsável para coordenação da atividade podendo convidar as pessoas inscritas no congresso a participar ou deixar em aberto para que no momento se juntem pessoas com interesse nessa proposta. A pessoa coordenadora da mesa redonda poderá, ainda, distribuir no 1º dia do congresso um folheto ou postal de apresentação da sua mesa redonda para juntar pessoas interessadas na sua proposta.

A mesa redonda proporciona uma atividade onde é discutido um tema ou assunto, trabalho de investigação ou projeto, sobre o qual todos os seus participantes têm o direito de manifestar as suas opiniões de forma democrática. A mesa redonda também pode ter um caráter decisório, onde os seus membros decidem, de forma democrática, o destino de algo.

Estas sessões proporcionam oportunidades mais próximas para partilhar o trabalho e conhecer outros participantes do congresso, para além de ser, especialmente, adequado para apresentações que se prestam a amplo debate.

As sessões promovidas nas mesas redondas visam proporcionar uma excelente oportunidade para estilos de apresentação e/ou partilha interativa numa sessão ampliada de dois períodos de 45 minutos, podendo esses dois períodos serem constituídos pelo mesmo grupo ou por dois grupos diferentes, sendo que o coordenador / dinamizador deverá permanecer nos dois períodos de 45 minutos. A pessoa coordenadora da mesa redonda deverá informar se vai promover duas sessões de 45 minutos cada com dois grupos diferentes ou se vai realizar duas sessões contínuas de 45 minutos com o mesmo grupo.

NOTA: A organização disponibilizará 15 mesas redondas. Aos dinamizadores serão atribuídas mesas numeradas numa sala.

Os dinamizadores poderão convidar participantes para a sua mesa redonda ou deixar em abertos lugares para os que se pretendam juntar no momento.

Os participantes das mesas redondas são pessoas que estão inscritas no congresso e não têm de ser convidadas especialmente para o efeito.

5. Oficina

Uma Oficina é um espaço dinâmico destinado ao desenvolvimento de aptidões e habilidades que implicam uma produção coletiva. As atividades são orientadas por facilitadores capacitados, onde estão disponíveis diferentes tipos de equipamentos e ou materiais para uma aprendizagem através da prática e da partilha coletiva de experiências.

As sessões das oficinas, de 90 minutos, são organizadas por um ou dois facilitadores responsáveis do conteúdo e da dinâmica da actividade. Convidar-se-á os participantes a explorar um tema, contribuir para a construção de um projeto coletivo, experimentar com uma estratégia pedagógica, ou levar a cabo outras tarefas coletivas. Apresentar-se-á um breve resumo do tema e os objetivos, depois do qual, a maior parte da oficina se dedicará à discussão interativa para permitir aos participantes trazerem as suas contribuições para a mesa.

6. Visitas de Estudo

Uma visita de estudo é um momento ímpar de conhecimento e aprofundamento de conhecimentos. Os intervenientes convivem com ambientes invulgares, experimentam novas situações, desenvolvem sensibilidades, promovem diálogos enriquecedores. Surgem oportunidades para que todos se conheçam melhor, assim como, também, proporcionam o contato com profissionais experientes nas áreas da programação e gestão cultural, serviços educativos, entre outros. São também contempladas as experiências de contato com a natureza no âmbito da educação ambiental. As visitas de estudo decorrerão na região e poderão ser dinamizadas por especialistas de diferentes áreas do conhecimento. São privilegiadas equipas multidisciplinares na dinamização das oficinas pelo que a organização aceita propostas de formação dessas equipas.

7. Eventos Paralelos

Existe a possibilidade de organizar atividades paralelas como reuniões de grupo de investigação, reuniões de organizações, reuniões de redes, entre outras que poderão ser integradas na programação do congresso. 

As atividades paralelas poderão ser dirigidas a um grupo especial ou abertas aos participantes no congresso. Se é do seu interesse dinamizar uma atividade paralela pode submeter a proposta através do formulário «Dinamização de Atividades».

8. Fórum Projetos

Neste 3º congresso a organização faz o convite para a apresentação de propostas de projetos para avaliação e premiação que ajudarão a impulsionar a cooperação no campo da Educação Ambiental nas comunidades Lusófonas e Galiza. Os projetos apresentados devem integrar pelo menos dois países lusófonos e Galiza e serão avaliados por um júri. Serão selecionados 6 finalistas e na sessão «FORUM PROJETOS» serão apresentados pelos promotores e serão atribuídos 3 prémios financeiros a anunciar no momento.

9. Apresentação de livros ou revistas

Este espaço proporcionará a apresentação de livros ou revistas ao vivo e conversas com os autores. 

10. Animação Cultural

A animação cultural será integrada em espaços da comunidade, visando oferecer, enquanto instrumento educativo e recreativo, inúmeras vias de admissão ao universo da cultura e do conhecimento, seja através de manifestações expressivas naturais ou estruturadas. Este campo profissional também tem como meta aprimorar o caráter existencial de cada ser, por meio da evolução individual, a qual provoca ecos no grupo social. 

Este instrumental de natureza pedagógica está apto a intervir nas mais distintas circunstâncias e esferas sociais, e tem como fim realizar mudanças sociais e políticas. Para tanto ele atua como um árbitro cultural, com o objetivo de gerar uma sociedade melhor e mais solidária, na qual todos os direitos individuais são amplamente respeitados. Este caminho passa necessariamente pela aceitação das diferenças e pelo despertar do potencial criativo humano, que instaura o prazer e também a postura crítica.

Os participantes podem, desta forma, apresentar propostas de performances artísticas que serão integradas no programa cultural.

 
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